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Apresentação de trabalhos:
As pessoas ou grupos que participarão do IX FREPOP – VI Internacional e que se interessem em apresentar e divulgar suas experiências abrangendo um dos temas debatidos no evento, seja através comunicação, oficinas, exposições ou mostras, deverão se inscrever até o dia 12 de julho (terça-feira), impreterivelmente pelos e-mails: marciocruz@ibest.com.br; sallete@hotmail.com, afolquito@terra.com.br
FORMULÁRIO DE CADASTRO PARA
COMUNICAÇÕES, OFICINAS, EXPOSIÇÕES OU MOSTRAS
Dia 20/07 (quarta-feira):
das 14h30 às 17h30
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PSICOLOGIA, ARTE E CIDADE: POSSIBILIDADES DE RUPTURAS COM O INSTITUÍDO. Este projeto é desenvolvido junto a um estabelecimento de atendimento de crianças e adolescentes considerados em situação de risco social ou pessoal em uma cidade do interior do Estado de São Paulo. Nossas intervenções junto a funcionários/educadores e crianças e adolescentes tem sido a de dar visibilidade a genealogia da construção das populações de risco, bem como, a de mostrar como podem ser cartografadas as diferentes formas de gestão e administração desses personagens, propaganda efeitos que produzam novas possibilidades de existência. Neste sentido disponibilizamos as seguintes oficinas: Oficina de Curta-metragem objetivando trabalhar com diferentes temáticas, possibilitando a abertura para espaços de construções coletivas; Circo e Expressão Corporal buscando engendrar novos movimentos artísticos, dando passagem à produção de uma nova estética de movimentação do corpo; Oficina de Sexualidades, com o intuito de promover um espaço de construção de desenvolvimento do espírito crítico, no qual possam se formar sujeitos pensantes; Oficina Escola da rua, resgatar a rua como dispositivo de aprendizagem e realizar uma cartografia da cidade de Cândido Mota. Coletivo de Comunicadores: Soraia Georgina Ferreira de Paiva Cruz; Fábio Henrique Martins da Silva; Juliana Cristina Bessa; Cristiane Harue Omine; Camila Thomé Souza de Freitas; Lívia Prado Muniz; Ana Clara Mendonça Fernandes; Giovana Meinberg Garcia; Cássio de Oliveira José; e Ana Clara Magalhães Cunha [professora e estagiárias/os - UNESP – Assis (SP)].
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PRESSUPOSTOS FILOSÓFICOS, POLÍTICOS E PEDAGÓGICOS DA EDUCAÇÃO COOPERATIVISTA DO ESTADO DE SÃO PAULO. A presente pesquisa trata-se de uma investigação que pretende analisar a expansão do Cooperativismo Educacional como forma de organização escolar a partir de 1980. O cooperativismo educacional ocupou um lugar de destaque nos anos de 1980 e 1990, com um discurso aparentemente renovador de uma escola que pretendia formar o indivíduo integralmente, superar a ética da competição pela ética da cooperação, organizar-se pedagogicamente com participação plena dos professores como colegiado, superar a tradição administrativa hierárquica da escola pública e privada e, apresentar, inclusive, disposições políticas emancipatórias para todos os envolvidos no processo de ensino aprendizagem. Tendo como referencial teórico Dermeval Saviani e Antonio Gramsci pretendemos descrever a expansão do cooperativismo educacional e fazer uma análise de seus princípios pedagógicos, organizacionais e políticos através de levantamento bibliográfico, aporte de campo e finalmente, numa abordagem histórico-crítica, buscaremos explicitar as contradições internas e explicar as relações dos envolvidos, entre reflexão-ação e entre teoria e prática. Comunicadora: Maria Cristiani Gonçalves Silva [pedagoga | mestranda em Filosofia da Educação – FE/UNICAMP | coordenadora/fundadora do Cursinho Pré-vestibular Comunitário E.E. Guido Rosolen | coordenadora do Projeto “A Educação Cooperativista da Escola Pública – EJA/SP” – Hortolândia (SP)];
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“A ESCOLA DA RUA”: REDESCOBRINDO A RUA COMO DISPOSITIVO DE NOVAS FORMAS DE APRENDIZAGEM ENTRE JOVENS E EDUCADORES. Este projeto propõe uma prática educativa que prioriza a relação do coletivo com a cidade. É desenvolvido com jovens que habitam um estabelecimento de atendimento a Infância e Adolescência considerada de risco, no interior do estado de São Paulo. Visa desconstruir a idéia propagada pelo higianismo que a rua é o lugar do mal e perigosa. Para tanto ocupamos as ruas, o espaço público como lugar de construção de conhecimento, produzidos a partir da cartografia da cidade. A postura nesse território é a do Flâneur que ocupa a cidade para “saborear” seus acontecimento e suas histórias inclusive da estética das arquiteturas. A rua passa ter o sentido de território eminentemente de criação. Para tanto, os educadores/funcionários serão tomados como sujeitos do conhecimento inacabado em que estaremos quinzenalmente apresentando teorias que desconstróem a idéia da periculosidade dos jovens e dos processos de vitimização da Infância dada à condição de pobreza. Coletivo de Comunicadores: Soraia Georgina Ferreira de Paiva Cruz; Fábio Henrique Martins da Silva; Juliana Cristina Bessa; Cristiane Harue Omine; Camila Thomé Souza de Freitas; Lívia Prado Muniz; Ana Clara Mendonça Fernandes; Giovana Meinberg Garcia; e Ana Clara Magalhães Cunha [professora e estagiárias/os - UNESP – Assis (SP)];
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CÍRCULO DE CULTURA NA COOPERATIVA: ESPAÇO DE AFIRMAÇÃO DA ECONOMIA SOLIDÁRIA. O objetivo desse trabalho é discutir o desenvolvimento do Círculo de Cultura da Cooperativa: de espaço criativo de alfabetização para espaço de enfoque e problematização da realidade. A discussão surge da experiência da equipe da Incubadora de Cooperativas Populares da UNESP – Núcleo de Assis, junto à Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Assis e Região – COOCASSIS. Inicialmente, de acordo com Paulo Freire (1967) e Weffort (1989), o trabalho buscou reunir educadores e cooperados visando à conquista da linguagem. Com o passar do tempo, outras demandas surgiram e o Círculo de Cultura, hoje espaço de debate, busca a afirmação da nova configuração de trabalho, baseada nos princípios da Economia Solidária e do Cooperativismo Popular. Coletivo de Comunicadoras: Ana Elídia Torres; Ana Maria Rodrigues de Carvalho; Mariana Watanabe Barbos; Thais Merlo Cavazzana; e Sonia Romeiro Costa Rocha [discentes do Curso de Psicologia – UNESP – Assis (SP)];
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FAZER EM CANTOS. A Secretaria Municipal de Educação de Araçatuba implantou no ano de 2010 o projeto Fazer em Cantos em quatro instituições de Educação Infantil, baseado em estudos e documentos oficiais do Ministério da Educação (MEC) e referências renomadas que abordam uma nova proposta pedagógica para a Educação Infantil, centrada na criança. Fazer em Cantos visa uma busca contínua por uma abordagem educacional que rompa com a tradição didática. Tendo como princípios norteadores: a formação da equipe escolar, o resgate da participação da família no ambiente escolar, a implantação e organização dos cantos de aprendizagem, a intensificação e aprimoramento dos registros avaliativos e portfólios de aprendizagem e por fim, a valorização dos trabalhos feitos pelas crianças e a estética do ambiente escolar. Coletivo de Comunicadoras: Priscila Sales Rodrigues, Deise Machado da Silva, Roberta Caetano da Silveira e Ana Cláudia Bonachini Mendes [orientadoras pedagógicas - Equipe de Orientação Pedagógica de Educação Infantil | Secretaria Municipal de Educação de Araçatuba (SP)];
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O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NO SISTEMA MUNICIPAL DE ARAÇATUBA. Considerando o direito à educação comum a todas as pessoas e o direito de recebê-la sempre que possível nas redes regulares de ensino, conforme as orientações do Ministério da Educação (MEC), o Sistema Municipal de Educação de Araçatuba, mantém desde 2008, nas escolas municipais, nos diferentes níveis e modalidades, salas de recursos multifuncionais. O atendimento realizado em nosso sistema prevê Hora de Trabalho de Formação Contínua (HTFC) para os professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) semanalmente, que cada professor de AEE é responsável pelos atendimentos em sua escola-sede e contratação de cuidadoras para crianças com deficiência acentuada. Todo Atendimento Educacional Especializado está devidamente regulamentado na Lei Complementar 204/2009, como meio de garantir a continuidade do atendimento da maneira como vem sendo executado. Comunicadoras: Márcia Húngaro Duarte e Elaine Samora C. Franca Antunes [orientadoras pedagógicas Equipe de Orientação Pedagógica de Educação Especial Infantil | Secretaria Municipal de Educação de Araçatuba (SP)];
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ECONOMIA SOLIDÁRIA E INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA – PROJETO COM TECNOLOGIAS ADAPTADAS DE PISCICULTURA, HORTICULTURA E AVICULTURA NO BAIRRO DE SANTA RITA EM PIRACICABA (SP). O Projeto compartilhado tem como objetivo incluir pessoas com deficiências, parentes e trabalhadores informais, empregadas domesticas, catadores de reciclados, entre outros para se organizarem em um processo de educação popular permanente dentro dos princípios da econômica solidária e apropriação e recriação de tecnologias populares. A organização das famílias no trabalho obedece a regras de produzir o que cada um for capaz, obedecendo à dinâmica do trabalho coletivo e solidário. Sessenta famílias fazem parte da associação, em um bairro de 2.000 pessoas que se beneficiarão de produtos baratos, associados ao programa de saúde em segurança alimentar, nutricional e sustentável. O Projeto tem o apoio da UNIMEP, do Instituto Harpia Hárpia, da Rede SANS e da Prefeitura Municipal de Piracicaba. Comunicadores: Francisco Negrini Romero [sociólogo, professor e cientista político | coordenador do Núcleo de Estudos e Educação Popular (NEPEP) da UNIMEP – Piracicaba (SP)] e Caroline Vieira Sugahara [administradora de empresas | secretária da Associação de Pessoas com Deficiência de Piracicaba e Região – Piracicaba (SP)];
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ARTE, EDUCAÇÃO E CRIAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DA OFICINA DE RITMOS BRASILEIROS. Admitindo a cultura brasileira como sendo plural e não homogênea, como o resultado de um processo de múltiplas interações e oposições no tempo e espaço, o projeto teve como objetivo difundir manifestações da cultura tradicional popular brasileira; utilizar os valores educativos das músicas, danças e festas populares como instrumentos pedagógicos; analisar a importância da utilização do folclore e da cultura popular na educação como forma de se questionar a ideia sobre o que seria a identidade brasileira. As manifestações tradicionais se atualizam, em um movimento de resistência, o que significa que estão em um permanente movimento de criação. A intenção do artigo é relatar a experiência da Oficina de Ritmos Brasileiros que aconteceram no Galpão Cultural, percebendo como se deram as relações dos corpos dos participantes da oficina, como o grupo se afeta e é afetado e de que forma criaram novas possibilidades de se mover e se inventar a partir dessas vivências. Comunicadora: Júlia Horesh Brettas [aluna do Curso de Psicologia - UNESP – Campus de Assis | núcleo Direitos Humanos e Cidadania | Estratégia Saúde da Famiíla – Vila Progresso | Assis (SP)].
Dia 21/07 (quinta-feira):
das 14h30 às 17h30
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MEMÓRIA E NOVAS FORMAS DE HABITAR A CIDADE (PROGRAMA UNESP DE APOIO EMERGENCIAL A SÃO LUIZ DO PARAITINGA). O presente Projeto visa mobilizar a juventude de São Luiz do Paraitinga que está vinculada à Fanfarra e à Pousada Primavera, em torno das problematizações existenciais provocadas pela quase destruição da cidade com suas habitações e lugares de filiações; interrogar as angústias suscitadas e as virtuais potências de reconstrução da vida em novos sentidos. Desta forma, deslocar-se-á aquilo que é da ordem do privado, do íntimo, da angústia da perda, para um comprometimento político com a história da cidade, que necessariamente se faz a partir do coletivo. Para tanto, pensaremos o grupo de jovens como dispositivo em ação, apontando para as linhas de força, ou seja, para as linhas do poder de invenção e criação, através das diferentes oficinas ofertadas, tais como: “Toca ai: o Brasil (en)cantado pelos Batuques”, “Produção de Imagens: Olhares da Cidade”, “O’s Boi’s Afogado’s: Cartografias de uma Cidade que se Reinventa”, “CircoLando na Cidade através da Dança”, “Teatro pelos Cantos desta Cidade”, “Expressão Musical, Compondo Novas Sensibilidades” e “Resgate da Memória através da Arte”. O objetivo da oferta destas oficinas é produzir movimentos auto-gestivos e auto-analíticos, bem como, produzir novos modos de subjetividade simultaneamente com a reconstrução da cidade. Coletivo de Comunicadores: Soraia Georgina Ferreira de Paiva Cruz; Ana Clara Magalhães Cunha; Camila Latenek; Júlia Horesh Brettas; Talitha Kishimoto [professora e estagiárias/os - UNESP – Assis (SP)].
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EDUCAÇÃO NÃO FORMAL: PERSPECTIVAS DE CIDADANIA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL: PERSPECTIVAS DE CIDADANIA. A Educação não-formal dirigida a crianças e adolescentes dentro de instituições de ensino tem como objetivos o ensino e aprendizagem de conteúdos historicamente sistematizados, normatizados pela LDBN 9694/96, dentre os quais se destacam o de formar o indivíduo como um cidadão ativo, desenvolver habilidades e competências várias, desenvolver a criatividade, percepção e a motricidade. A finalidade é abrir janelas do conhecimento sobre o mundo que circunda os indivíduos e suas relações sociais. Através de objetivos que não são dados a priori, eles se constroem no processo interativo, gerando um processo educativo. Almeja-se uma construção de relações sociais baseadas em princípios de igualdade, justiça social e civilidade em oposição à barbárie, ao egoísmo, individualismo. A Educação não formal tem como método básico a vivência e a reprodução do conhecido, a reprodução da experiência segundo os modos e as formas como foram apreendidas e codificadas, para isto lança mão, por exemplo, de rodas de conversas, brincadeiras, jogos, artesanato e registros não formais, explorando a aprendizagem de parte da cultura dos alunos e seus familiares. O método nasce a partir de problematização da vida cotidiana; os conteúdos emergem a partir dos temas que se colocam como necessidades da comunidade. Comunicadora: Vera Balbino da Silva [professora - rede municipal e estadual de ensino de Garça (SP) | professora da Universidade Virtual do Norte do Paraná – UNOPAR | militante do Movimento Negro junto ao coletivo Anti-racismo da APEOESP – Garça (SP)];
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AS PARÁBOLAS NO DISCURSO LITERÁRIO DE FRIEDRICH NIETZSCHE. O presente trabalho tem como fundamento o estudo das parábolas bíblicas, em conexão com as manifestações do gênero na literatura moderna e contemporânea, que se tem servido amplamente da fonte bíblica. Dentre os autores que se utilizam dessa forma característica de discurso presente na Bíblia destacam-se os nomes de Sören Kierkegaard, Franz Kafka, Bertolt Brecht e Friedrich Nietzsche, que deixam transparecer nitidamente as marcas da influência da literatura sagrada em suas produções artísticas. Com base nesse diálogo entre a fonte bíblica e a literatura, pretendemos averiguar, enfocando os conceitos relacionados à intertextualidade, o modo como os textos “A árvore da montanha”, presente no livro Assim falou Zaratustra (1884), e o “Aforismo 125”, do livro A Gaia Ciência (1881), de Friedrich Nietzsche (1844-1900), apropriam-se das propriedades estruturais do gênero literário da parábola. Nesses textos “A árvore da montanha” (Assim falou Zaratustra) e o “Aforismo 125” (Gaia Ciência), de Nietzsche, destacam-se procedimentos formais e funcionais característicos do gênero em questão. Como um exemplo dessa apropriação e desse diálogo intertextual, podemos nos referir à instância da proclamação da “morte de Deus” e a idéia do “super-homem”, presentes nas duas narrativas. Com essas proposições, Nietzsche pretendeu elevar o homem acima de si mesmo, demonstrando que a morte de Deus transparece como resultado do progresso das Luzes, do triunfo da ciência e da racionalidade sobre as sombras da ignorância e da superstição. Comunicador: Rafael Miranda Porto Alegre [aluno – UNESP - Campus Assis (SP)];
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COOPERATIVISMO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DE SÃO PAULO: EMANCIPAÇÃO OU REPRODUÇÃO? (POSTER) Trata-se de uma investigação que pretende analisar a expansão do Cooperativismo Educacional como uma forma de organização escolar a partir dos anos de 1980 e analisar os pressupostos filosóficos, pedagógicos e políticos do Cooperativismo na Educação de Jovens e Adultos. O cooperativismo educacional ocupou um lugar de destaque nos anos de 1980 e 1990, com um discurso aparentemente renovador de uma escola que pretendia formar o indivíduo integralmente, superar a ética da competição pela ética da cooperação, organizar-se pedagogicamente com participação plena dos professores como colegiado, superar a tradição administrativa hierárquica da escola pública e privada e apresentar, inclusive, disposições políticas emancipatórias, para todos os envolvidos no processo de ensino aprendizagem, desde os gestores, professores, funcionários, alunos, pais e comunidade. As cooperativas educacionais sejam elas formadas por profissionais em educação, por pais ou até por alunos, estão organizadas dentro do estado de São Paulo pela OCESP - Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo, que, por sua vez, está vinculada à OCB - Organização das Cooperativas do Brasil, que se encontra ligada à ACI – Aliança Cooperativa Internacional. Sendo que todas essas entidades estão fundamentadas pelo princípio da “Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale”, quando 28 tecelões , buscando formas de melhorar sua precária situação econômica, fundaram essa primeira cooperativa de consumo, cujos princípios posteriormente constituíram os fundamentos da doutrina cooperativista mundial praticada nos dias atuais. A pedagogia freireana tem servido de base para muitas cooperativas educacionais que na procura por justiça e pela afirmação de suas comunidades, através do processo educativo, tornou-se traço constitutivo dos movimentos de contestação e busca pela educação libertadora. Para tanto nos questionamos: Será o cooperativismo educacional uma possibilidade transformadora ou até revolucionária da educação? Teria o cooperativismo condições políticas de gerar uma nova escola a partir de novas relações entre os envolvidos no processo educacional? Que elementos éticos, estéticos e políticos estariam presentes na educação cooperativista? Por outro lado: não seria o cooperativismo um reformismo adequado aos interesses de classe, moldados à necessidade de consumo da classe média, reproduzindo os elementos competitivos e autoritários do sistema educacional anterior? Comunicadora: Maria Cristiani Gonçalves Silva [pedagoga | mestranda em Filosofia da Educação – FE/UNICAMP | coordenadora/fundadora do Cursinho Pré-vestibular Comunitário E.E. Guido Rosolen | coordenadora do Projeto “A Educação Cooperativista da Escola Pública – EJA/SP” – Hortolândia (SP)];
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SABERES E FAZERES QUILOMBOLAS: UM DIÁLOGO DA EDUCAÇÃO DO CAMPO SABERES E FAZERES QUILOMBOLAS: UM DIÁLOGO DA EDUCAÇÃO DO CAMPO. Sabe-se que a Educação do Campo vem, atualmente, conquistando importantes espaços nos debates e políticas públicas em âmbito municipal, estadual e federal. A Educação do Campo está estreitamente relacionada às lutas de movimentos sociais e envolve muitos atores, entre eles agricultores familiares, assalariados rurais, acampados, assentados e quilombolas. Essa metodologia visa a oferecer às populações do campo a oportunidade de obtenção do conhecimento escolarizado baseado na sua própria cultura. As populações quilombolas conformaram-se tradicionalmente em sua relação com o campo, quer como espaço de luta e resistência, quer como espaço de produção e subsistência. Assim, o principal objetivo deste estudo consiste em analisar as possíveis contribuições dos saberes e fazeres quilombolas para a Educação do Campo. A pesquisa será realizada em um território quilombola no município de Manga/MG, com base nas Histórias de vida de moradores com idade superior 60 anos. Espera-se que essa pesquisa contribua para o diálogo entre práticas sociais quilombolas e os processos educativos existentes em seu cotidiano e na prática pedagógica da Educação do campo. Rosana Lacerda Monte Alto [pedagoga pela Universidade Estadual de Montes Claros | especialização em Psicopedagogia - mestranda em Educação pela Universidade de Uberaba | professora do Departamento de Métodos e Técnicas Educacionais da Universidade Estadual de Montes Claros (MG)];
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EDUCAÇÃO POPULAR – CRIANDO E RECRIANDO A REALIDADE SOCIAL NA BAIXADA SANTISTA (SP). A apresentação será constituída pela explanação sobre a concepção de extensão e de educação popular que fundamenta a atuação do grupo, como também a metodologia utilizada para o desenvolvimento das ações junto à comunidade e os processos de transformação social que tem sido desencadeado. Este programa de extensão busca contribuir com a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão e a efetivação da proposta interdisciplinar, presentes no projeto pedagógico institucional da UNIFESP/ Baixada Santista. O objetivo é construir um processo de formação, por meio do diálogo entre o conhecimento acadêmico e o saber popular, a partir do referencial teórico-metodológico da educação popular freireana, para gerar ações que transformem a “visão de mundo” dos sujeitos e a realidade social. Com o uso das múltiplas linguagens (arte, literatura, teatro, música, etc.) busca estimular reflexões que proporcione uma visão crítica e posturas propositivas em relação à dinâmica e estrutura da sociedade e seus projetos de vida. Foram desenvolvidas ações que abordaram algumas das expressões da questão social, e com isso possibilitou reflexões, a apropriação e a construção de conhecimentos que subsidiaram a formação dos estudantes e contribuíram com a transformação da realidade dos sujeitos envolvidos - parcela da comunidade universitária e da comunidade local da Baixada Santista. Coletivo de Comunicadores: Lílian Rúbia da Costa Rocha, Marilyn Satiko Konishi, Flavia Peres Lopes e Danilo Ribeiro [alunos - Curso Serviço Social – UNIFESP da Baixada Santista | participantes do PET – Educação Popular – Criando e Recriando a Realidade Social – São Vicente (SP)].
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OFICINAS DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: A INTERAÇÃO ENTRE SUJEITOS, SABERES E FAZERES EM COMUNIDADE PERIFÉRICA URBANA – PRESIDENTE PRUDENTE/SP. (POSTER) Nesta pesquisa realizou-se uma reflexão acerca da ação educativa em saúde junto a uma comunidade local, problematizando as condições de saúde em áreas urbanas periféricas carentes. A partir do diálogo e das discussões sobre a saúde da comunidade, analisou-se a experiência de articulação de atores sociais na resolução de seus problemas, a fim de promover a educação em saúde. Procurou-se desenvolver, conjuntamente, e através de Oficinas Comunitárias, uma estratégia eficaz de educação em saúde, contribuindo com a integração dos sistemas de saúde, educação, sócio-sanitário e de conservação ambiental. Tratou-se, portanto, de uma pesquisa-ação ancorada no referencial da Educação Popular em Saúde, e possuindo como eixo primordial o diálogo entre saberes e sujeitos; partindo da realidade concreta vivenciada por eles. Comunicadora: Rosiane Morais Torrezan [mestre e doutoranda em Geografia - UNESP – Campus de Presidente Prudente | atua na área de Educação, com ênfase em Ensino-Aprendizagem – Presidente Prudente (SP)].
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ETNOASTRONOMIA E EDUCAÇÃO INTERCULTURAL: O EXEMPLO DE UM PROJETO REALIZADO EM CARNAÚBA DOS DANTAS (RN). Apresentamos ações e resultados de um projeto concluído em maio de 2009 desenvolvido em Carnaúba dos Dantas (RN) que teve como objetivo integrar conhecimentos tradicionais, cultura e educação junto às escolas e à comunidade. Na primeira linha, o método de trabalho foi o etnográfico (observação participante e entrevistas semiestruturadas) e o da segunda linha foi o da abordagem transdisciplinar. Algumas das ações empreendidas foram: pesquisa etnográfica; curso de capacitação Cultura, Meio Ambiente e Astronomia para professores daquele município; organização de aulas de campo ministradas por conhecedores tradicionais; etc. Alguns resultados foram: integração crescente entre conhecedores tradicionais, professores e alunos; redação de uma coluna mensal sobre o projeto no Jornal Carnaúba Notícias; criação da Associação de Educação e Cultura Carnaubense (EDUCAR). Fazemos uma discussão geral sobre essa iniciativa. (CNPq; PPGECNM/UFRN; DFTE/UFRN). Comunicadora: Daniella Maria Cunha Silva [física - mestranda em Ciências Naturais e Matemática - UFRN – Natal (RN)].
Dia 22/07 (sexta-feira):
das 14h30 às 17h30
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POSSIBLIDADES DE RUPTURA COM MODOS IDENTITÁRIOS DE ASILADOS (EXILADOS) À ABERTURA DA VIDA COMO MUTIPLICIDADE. Este trabalho é desenvolvido por um professor e 12 estagiários do curso de Psicologia- UNESP/Assis (SP) em São Luiz do Paraitinga (SP). Responde a uma demanda dos gestores da cidade para os coordenadores do projeto emergencial da UNESP à cidade dado que após a enchente os idosos que abrigavam a Vila de São Vicente foram levados às pressas para as casas das Pias em Taubaté-SP. Estas pessoas ficaram nesse local quase um ano, só voltando quando a vila foi restaurada. Nesse período três pessoas morreram e logo depois mais uma; algumas pararam de falar e outras de andar. Nessa turbulência afetiva fomos intervindo utilizando os referenciais da Clínica Ampliada e da Análise Institucional para poder colocar como problemática a interiorização do sofrimento causado pela tragédia e as possibilidades políticas da organização coletiva dos moradores conectados a cidade que produz estranhamentos devido às mudanças ocorridas. Coletivo de Comunicadores: Soraia Georgina Ferreira de Paiva Cruz; Fábio Henrique Martins da Silva; Cristiane Harue Omine; Camila Thome Souza de Freitas; Lívia Prado Muniz; Ana Clara Mendonça Fernandes; Giovana Meinberg Garcia; Maico Fernando Costa; Carlos Henrique Andreassa do Amaral; Luiza Câmara Maretto; Cleyton Monteiro Nascimento; Mariana Watanabe Barbosa; Cássio de Oliveira José; Bruno Bezerra de Araújo [professora e estagiárias/os - UNESP – Assis (SP)];
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ENTRE O MALESTAR E A CRIAÇÃO: AFIRMAÇÃO DOS MOVIMENTOS CULTURAIS AUTOGESTIVOS. Este trabalho originou-se das atividades dos estagiários da UNESP, que se propuseram a cartografar o território de uma Vila historicamente importante para a cidade, agenciando o encontro entre os moradores e o Ponto de Cultura Galpão Cultural, localizado no bairro, de forma que eles se apropriassem do espaço. Ao registrarem as memórias, percebeu-se que os sujeitos foram tomados por uma sensação de solidão e a partir do reconhecimento da históra da vila, foi surgindo a idéia de articular conjuntamente uma Festa Junina no bairro, que reavivasse a cultura popular e a valorização do espaço público, organizada através de movimentos autogestivos, autoanalíticos a autocriadores. Esse dispositivo/festa foi um ensaio autogestivo e libertário que possibilitou uma potente mistura de loucos, artistas, catadores de materiais recicláveis, crianças, adultos, velhos, ricos e pobres, ou seja, diferentes expressões de vida foram se compondo e propagando um novo modo de ocupar aquele território. Coletivo de Comunicadores: Soraia Georgina Ferreira de Paiva Cruz; Camila Latenek; Cinthia Canale Pimenta; Julia Horesh Brettas; Pamela Tosta Soares; Talitha Kishimoto [professora e estagiárias/os - UNESP – Assis (SP)];
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DESVELANDO A CONCEPÇÃO DE ADOLESCÊNCIA, POR UMA NOVA INTENSIDADE JUVENIL: JUVENTUDE, MULTIPLICIDADE E DEVIR. Buscando situar a adolescência em sua construção histórica, a pesquisa pretende interrogar como foi possível a construção desse conceito, em especial a partir dos movimentos políticos e econômicos de (re)organização social do século XIX. Partindo da investigação das produções advindas principalmente dos saberes médico e psicológico, encontramos a consolidação de uma forma hegemônica de se pensar a adolescência, enquanto fase natural de um processo de desenvolvimento com características específicas e pré-determinadas. A partir do enfrentamento entre estes discursos e a perspectiva proposta pelos autores Michel Foucault, Gilles Deleuze e Félix Guattari, na qual destacam a multiplicidade e diferença nos modos subjetivação, intentamos trabalhar o conceito de juventude enquanto estratégia de problematização e evasão à lógica dominante, como também possibilidade de criação e expressão de modos de existência originais e singulares, desligados das representações ideais determinadas e disseminadas historicamente. Comunicadora: Ana Clara Magalhães Cunha [aluna da Unesp/Assis | membro do núcleo de estágio Direitos Humanos e Cidadania | atua em Saúde Mental no Caps do Município de Cândido Mota | realiza pesquisa em Iniciação Científica – Assis (SP)].
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A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO POPULAR NO PROCESSO DE MOBILIZAÇÃO DOS CAMPONESES(AS) DO MTC. O estudo versa sobre a luta das organizações sociais camponesas e seus processos político-mobilizatórios. Visa analisar a dimensão pedagógica da Educação Popular e sua contribuição para o fortalecimento da organização e das estratégias de lutas sociais, na perspectiva de transformação da sociedade, com hegemonia da classe trabalhadora possibilitada pela luz da filosofia de Paulo Freire e das práticas de emancipação popular orientadas. Como objeto de estudo, toma-se as propostas de educação do campo do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras do campo (MTC). A perspectiva teórica fundamenta-se no método ver, julgar e agir, cuja análise baseia-se na pesquisa documental e bibliográfica, com observação de campo. A Educação do Popular permitiu trajetória da luta política dos camponeses que passaram a se mobilizar e organizar a partir da articulação e formação popular de grupos de base como estratégia de mobilização social; houve avanços uma vez que os camponeses se sentiram capazes de transformar a realidade. Nesse estudo, o dialogo entre os saberes é entendido como instrumento primordial para a criticidade da realidade vivida por cada camponês. No entanto, há uma invisibilidade conferida às propostas de Educação Popular, esta estratégia contribui para a reprodução da educação tradicional partindo do pressuposto de que o professor é o iluminado, por conseguinte, para o não-reconhecimento e desvalorização das lutas sociais camponesas. Por fim, é visível a importância das propostas de Educação Popular que priorizam contribuindo para a transformação social, quando possibilitam aos camponeses de apropriarem-se de um olhar crítico da realidade, provocando-a para a organização, mobilização e luta social. Esses elementos lhes possibilitam uma alternativa no processo de mudança para uma futura transformação da ordem vigente com a proposta de um projeto popular. Comunicadora: Viviane Alves da Silva [aluna de Serviço Social -Universidade Federal de Alagoas | membro do Observatório da Questão Rural e do GEST – Igaci (AL)].
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MÚSICA, SUBJETIVIDADE E LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. O presente trabalho apresenta uma experiência em sala de aula do Projeto de Educação de Jovens e Adultos (PEJA), da UNESP - Campus Assis. A partir de uma atividade com letras de músicas cujos temas refletem a vivência e o cotidiano dos alunos, o trabalho realizou uma aproximação entre elementos básicos do letramento, tais como: leitura- escrita- interpretação. Com base na questão da subjetividade, foi possível abordar em sala de aula temas relacionados à vida, ao tempo, à motivação e auto-estima, sonhos e realidade, entre outros. Nesse sentido, a música permite ao aluno um espaço para que possa perceber-se sujeito de sua história, expor suas opiniões e visões de mundo, assim como desenvolver sua sensibilidade. Enfim, olhar para si mesmo, para sua vida e compartilhar suas experiências. Comunicadora: Stefânia Rosa Santos [graduada em História | aluna do Curso de Psicologia | bolsista do PEJA – UNESP - Campus Assis (SP)].
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EDUCAÇÃO PELA ARTE: A MÚSICA COMO ESTRATÉGIA PARA A EDUCAÇÃO. A Incubadora de Cooperativas Populares da Unesp – Núcleo Assis, assessora a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Palmital – ACIPAL, desde sua constituição em 2005. Esta parceria busca contribuir para a organização do grupo, enfrentamento das dificuldades do cotidiano e alteração da realidade dos catadores por meio da formação de sujeitos emancipados e engajados em suas lutas sociais. Um grande desafio é a superação da dificuldade dos associados em se reconhecerem e atuarem enquanto coletivo que preze os princípios da Economia Solidária e do Cooperativismo Popular em detrimento dos interesses individuais. A educação pela arte, por meio da atividade musical apresenta-se como estratégia para contribuir com essa superação. Nossa hipótese é de que seja possível transpor a experiência da atividade musical como meio de problematizar o funcionamento do grupo a partir de reflexões e discussões acerca dessa prática. Coletivo de Comunicadores: Fernanda Sarmento da Silva, Leonardo Ladislau da Silva e Ricardo Gonçalves Conceição [alunos do Curso de Psicologia e Letras – UNESP – Campus de Assis (SP)].
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PSICANÁLISE E CIDADANIA: GERAÇÃO DE RENDA A PARTIR DO PROJETO DE SABÃO E AMANCIANTE. Esta pesquisa integra um projeto denominado “Clínica e cidadania em contexto social desfavorável” coordenado pelo Prof. Dr. Roberto Sagawa da UNESP - Campus Assis que realiza trabalhos de promoção de saúde mental, cidadania e auxilio na geração de renda das famílias em carência econômica e social, utilizando os recursos da psicanálise para a criação de condições de empreendedorismo dentro dos parâmetros da economia solidária. Destacam-se os projetos de geração de renda feitos em instituições de caráter assistencialista de Assis, de forma a incentivar o individuo a se tornar independente financeiramente. Com a produção de sabão e amaciante, procurou-se incentivar essa população a deixar depender da instituição, porém esta se mostrou pouco interessada e motivada para crescer como grupo e sair da condição de beneficiário/desempregado. Comunicadora: Karine Renata Oliveira Fetti [aluna do Curso de Psicologia – UNESP – Campus de Assis (SP)].
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PROFESSORES, PARA QUEM? A pesquisa foi realizada com alunos de dois cursos de Pedagogia, em uma cidade do Estado de São Paulo, com o objetivo de identificar a concepção dos discentes sobre as características de um bom professor e as práticas docentes por eles observadas em seu curso de formação. Apesar das distorções da imagem do professor, muitas afirmações ressaltaram o valor e a importância do educador. Nenhuma resposta ressaltou o papel do professor como agente político. A maioria destacou que seu curso adota uma prática concreta, criativa e inovadora. Contudo, nenhum dos respondentes soube interpretar o significado dos termos utilizados por eles mesmos para definir tais práticas. Os resultados destacaram que é fundamental para “formadores de professores” adotarem uma nova postura que os desafiem a buscar teorias e práticas. Comunicadoras: Maria Salete Genovez [professora universitária e supervisora pública | doutora em Educação | mestre em Educação | consultora do MEC | diretora de Escola Pública – Bauru (SP)]; Maria Teresa B. Turtelli Gil de Souza [professora universitária e supervisora de Ensino | mestre em Educação | Pastoral da Educação | membro do comitê de Mobilização Social pela Educação de Bauru e Diretora de Escola Pública - Bauru (SP)].
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